segunda-feira, 24 de maio de 2010

Missa da Época no Santuário do Alívio - 'SÁ DE MIRANDA POR TERRAS DE VILA VERDE'


Sá de Miranda (actor Jaime Monsanto) e sua mulher, Briolanja de Azevedo (Ana Cristina Oliveira, Coordenadora do Clube Verdemcena), marcaram presença na missa evocativa do escritor, integrada na  Semana Quinhentista, em sua honra. Também maracaram presença, trajados a rigor, elementos do clube Verdemcena

Feira Quinhentista - Uma Tarde Inesquecível

Sá de Miranda e Briolanja de Azevedo


Grupo de dança de professores e alunos da ESVV

Encantadores de serpentes

A zona das tabernas


A tarde foi de música, dança, poesia, teatro de rua, jogos populares, torneio de armas a cavalo e falcoeiros. A expressão de uma iniciativa que visou recriar, em todos os aspectos, a época renascentista, altura em que Francisco Sá de Miranda calcorreou terras de Vila Verde. O encantador de serpentes, a doçaria de ervas aromáticas, o artesanato da época maracram presença nas tendas montadas pelas escolas na Praça da República/Jardins de Vila Verde. A grande tenda de ‘comes e bebes’, instalada na Praça de santo António, deu expressão a outros momentos da época renascentista. 
Aspectos que puseram em evidência o poeta que escolheu «os melhores anos da sua vida para se instalar na Ribeira do Neiva». Foi em Duas Igrejas que Sá de Miranda se instalou durante mais de vinte anos e escreveu alguns dos mais belos poemas sobre as paisagens, os rios e as gentes do Minho.


terça-feira, 18 de maio de 2010

A Terceira Estreia - E Agora José




1JOSÉ, o terceiro espectáculo da trilogia José Rubem Fonseca, estreia dia 19, quarta-feira, às 21h30, no Theatro Circo; desta vez os contos do autor brasileiro são Agora você (ou José e os seus irmãos) e Passeio Noturno I, O Cobrador,Raimundinha, O Outro, A Escolha, Passeio Noturno II e Hildete. Faça-nos companhia!

de 19 a 22 de Maio, 21h30, Pequeno auditório do Theatro Circo

A “trilogia 1JOSÉ 2RUBEM 3FONSECA” é uma co-produção d’A Escola da Noite e da Companhia de Teatro de Braga.

M/16 | textos Rubem Fonseca | encenação António Augusto Barros | elenco Allex Miranda | António Jorge | Carlos Feio | Igor Lebreaud | Lina Nóbrega | Maria João Robalo | Mário Montenegro | Miguel Magalhães | Rogério Boane | Sílvia Brito | Solange Sá | figurinos Ana Rosa Assunção | desenho de luz Jorge Ribeiro | som Eduardo Gama

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Estreia da peça Falar Verdade a Mentir




O clube de teatro da Escola Secundária de Vila Verde estreou hoje a peça Falar Verdade a Mentir,  de Almeida Garrett,  pelas 21.30h, no palco da escola. 
A lotação do polivalente encontrava-se esgotada , estando presentes a maior parte dos docentes, alunos, pais, bem como o Director da Companhia de Teatro de Braga, Rui Madeira, entre outros convidados.
O espectáculo mereceu aplausos calorosos do público que assistiu com entusiasmo ao resultado de meses árduos de trabalho por parte de todos os elementos do clube.
A coordenadora do clube e encenadora da peça, professora Ana Cristina Oliveira, deixa, aqui, a todos um grande abraço e congratula-se com o resultado atingido. 

quinta-feira, 6 de maio de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

William Shakespeare - Troilo e Créssida

                                                            




Troilo e Créssida
de William Shakespeare

29 de Abril a 16 de Maio*
Sala Principal do Teatro Municipal de Almada

Troilo e Créssida, de William Shakespeare, peça inédita em Portugal, estreia na próxima quinta-feira, 29 de Abril (21h30), no Teatro Municipal de Almada, numa co-produção Companhia de Teatro de Almada, CTB – Companhia de Teatro de Braga e ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve.

Dirigida por Joaquim Benite e José Martins, a peça de Shakespeare conta a história do amor arrebatado e trágico, vivido durante a guerra de Tróia, entre o herói Troilo - filho de Príamo, rei de Tróia - e a grega Créssida, que se revela uma heroína moderna ao enfrentar o seu destino e se adaptar corajosamente à condição de moeda de troca que lhe é imposta pelo Estado troiano.

Em Troilo e Créssida, os heróis mitológicos helenos, como Aquiles, Ulisses, Paris, Príamo, Agamémnon, Pátrocolo, Ájax, são tratados, na generalidade, como políticos hábeis e sem escrúpulos, ambiciosos e não preparados para a responsabilidade das funções que desempenham.

Considerado um texto menor ao longo de quase dois séculos – foi escrito no início do século XVII –, a peça, desprezada até finais do século XIX, impressionou grandes criadores contemporâneos pela crueza com que retrata o carácter duvidoso dos heróis da Guerra de Tróia, mais interessados na afirmação dos seus interesses mesquinhos e venais, do que num esforço colectivo de vitória. Paixões ocultas, combates à espada, jogos de pura intriga ou de desbragada comédia, enredam as personagens, que, embora provenham da tradição grega antiga e da literatura inglesa medieval, estão muito próximas da insegurança anti-heróica em que hoje vivemos, das estratégias com que tentamos sobreviver num mundo de enganos, de um genuíno apego à vida, menos preocupado com moralizações fáceis do que com a compreensão do tempo que nos coube.


Ficha técnica e artística:
Texto: William Shakespeare
Tradução: António Conde
Encenação: Joaquim Benite, José Martins
Assistente de Encenação: Rodrigo Francisco
Cenografia e Figurinos: Christian Rätz
Assistência de Cenografia e Figurinos: Joana Ferrão
Intérpretes: André Laires; Jaime Soares; Mónica Lara (actores da CTB); Alberto Quaresma, André Albuquerque, André Gomes, André Silva, Carlos Pereira, Carlos Santos, Celestino Silva, Ivo Alexandre, João Abel, Luís Vicente, Luzia Paramés, Manuel Mendonça, Maria Frade, Mário Spencer, Marques d’Arede, Miguel Martins, Tânia Silva


*Carreira de 29 de Abril a 16 de Maio. Dias 4 e 11 de Maio às 16h. Sessão extra dia 14 de Maio às 16h.


Digressão Nacional:
22 e 23 de Maio, Auditório Municipal de Lagoa
3, 4 e 5 de Junho, Theatro Circo, Braga

Um espectáculo a não perder




Rubem Fonseca nasceu em Minas Gerais em 1925, mas vive no Rio de Janeiro desde os oitos anos. O seu universo literário é fortemente marcado pelo quotidiano e pela violência latente das grandes cidades, num registo em que o humor, o humor negro, a trama de policial (e, a espaços, a escatologia) servem, afinal, a profunda humanidade das personagens que o habitam.

Formado em direito e com uma (curta) carreira de polícia, Rubem conviveu muito de perto com as tragédias humanas que povoam os seus textos. Vem talvez daí a sua recusa tanto em justificar ou relativizar as diferentes formas de violência entre os homens, quanto em produzir discursos universais e moralistas. 
Dramaturgia e encenação: António Augusto Barros |Espaço cénico: António Augusto Barros e António Jorge | Figurinos: Ana Rosa Assunção | Luz: Danilo Pinto | Som: Eduardo Gama | Vídeo: Luis Lopes | Elenco: Allex Miranda, António Jorge, Carlos Feio, Igor Lebreaud, Lina Nóbrega, Maria João Robalo, Mário Montenegro, Miguel Magalhães, Rogério Boane, Sílvia Brito, Solange Sá.

                           Allex Miranda

Rogério Boane   





                                                                                                         Carlos Feio







         Solange Sá